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IIPR - Notícias

13/11/2020

Treinamento dos investigadores da Central de Flagrantes para usar o Sistema Informatizado de Identificação Criminal

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INOVAÇÃO


Com o objetivo de inovar e apresentar respostas rápidas para a sociedade, mas mantendo sempre a qualidade do trabalho técnico-pericial, o Instituto de Identificação do Paraná (IIPR) está implantando na Central de Flagrantes de Curitiba o Sistema Informatizado de Identificação Criminal. 

Com a informatização da carteira de identidade o acesso ao banco de dados do IIPR pode ser feito remotamente, aprimorando assim tanto a identificação Civil quanto a Criminal. 

SISTEMA INFORMATIZADO DE IDENTIFICAÇÃO CRIMINAL


O Sistema Informatizado de Identificação Criminal funciona da seguinte forma:
  • Poderá ser feita a confirmação da identidade que o suspeito informou na Delegacia de Polícia;
  • O policial apenas terá que coletar as impressões digitais diretamente no leitor biométrico;
  • Digitar o nome e o número do RG do investigado;
  • Tirar uma foto dele com a Webcam;

Então o sistema realizará o confronto das impressões digitais inseridas com as que existem no banco de dados do IIPR. 

A coleta das impressões digitais não será mais feita usando a tinta e sim o sistema informatizado por meio da biometria, assim o sistema indica se a coleta biométrica foi feita de forma correta. 


POSTO CURITIBA
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POSITIVAÇÃO DO CONFRONTO DAS IMPRESSÕES DIGITAIS


Havendo a positivação do confronto das impressões digitais pelo sistema, confirmando que o investigado é quem ele diz ser, a investigação e o inquérito policial podem seguir de forma mais ágil e com confiabilidade. 


INTERIOR
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TREINAMENTO DA CENTRAL DE FLAGRANTES


Nesta primeira etapa o Sistema Informatizado de Identificação Criminal entra em funcionamento na Central de Flagrantes, os Investigadores de Polícia estão passando por um treinamento de como operar e sendo cadastrados no sistema, para estarem aptos para identificar pessoas investigadas. 


Quando as impressões digitais do investigado forem inseridas no sistema e retornar vários cadastros suspeitos, a delegacia deverá acionar o IIPR para que um Papiloscopista realize a coleta da impressão digital, na tinta, e faça busca em todo o banco de dados, não se restringindo ao nome informado pelo investigado, iniciando assim a perícia, um processo complexo que exige a análise da impressão digital e a emissão de laudo de perícia papiloscópica. 


Ainda, se não houver imagem nos bancos informatizados, a busca será feita na base física, não informatizada, com pesquisa manual. 


SEGURANÇA NAS INVESTIGAÇÕES


A implantação desse sistema informatizado é um avanço na segurança das investigações, as quais serão executadas de forma mais célere e menos burocrática, instituindo um marco histórico na identificação de pessoas no Estado. 


2viarapida
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