Histórico

 
A Identificação Datiloscópica no Brasil
 
Teve início no dia 05 de fevereiro de 1.903, através do Decreto n.º 4.764 que regulamentou a Lei Federal n.º 7.947, a fim de reorganizar a Polícia do Distrito Federal – RJ., no Governo do Dr. Rodrigues Alves, quando determinou-se a tomada de impressões digitais de delinqüentes com primazia sobre outros meios de identificação da época.
 
 
A Identificação no Paraná
 
Iniciou-se em 13 de abril de 1.905, com a criação do Gabinete Antropométrico, segundo o sistema de Bertillon, para a identificação de delinqüentes, funcionando com esse nome até 21 de novembro de 1.907. O primeiro identificado foi João Modesto Camargo, criminoso em São Paulo e aqui capturado, a pedido da Polícia daquele Estado.
 
Em 27 de novembro de 1.907 foi criado o Gabinete de Identificação e Estatística, quando introduziu-se o sistema de identificação Datiloscópica de Juan Vucetich, utilizado em conjunto com o sistema de Bertillon, passando a ser usado somente o Datiloscópico de Vucetich.
 
Pelo Decreto n.º 309, de 16 de fevereiro de 1.934, o Gabinete de Identificação e Estatística foi anexado à Delegacia de Vigilância e Investigações, funcionando até 15 de maio de 1.935.
 
No dia 16 de maio, através do Decreto n.º 790, Artigo 1º, o Gabinete de Identificação e Estatística foi desanexado da Delegacia de Vigilância e Investigação e, através do Artigo 2º do mesmo Decreto, foi criado o Instituto de Identificação do Paraná, subordinado à chefatura de Polícia, sendo seu primeiro diretor o Dr. Carlos Mafra Pedro, no período de 28 de maio de 1.935 a 03 de outubro de 1.957.
 
 
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