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08/06/2021

Perícia Papiloscópica confirma a identidade do suspeito que assaltou e estuprou mulher em Matinhos

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PERÍCIA EM LOCAL DE CRIME


A Polícia Civil do Paraná (PCPR) finalizou o inquérito do roubo e estupro, que vitimou uma mulher de 54 anos, na madrugada do dia 23 de maio em Matinhos. Por meio das evidências coletadas pela Perícia Papiloscópica a identidade dos suspeitos foi confirmada. 


Na manhã do domingo (23/05) foi realizada uma Perícia Papiloscópica na casa onde ocorreu o crime. Os Papiloscopistas da Polícia Civil do Paraná (PCPR), Aline Stonoga e Newton Cristhiano Garcia Vaz, realizaram a coleta de impressões digitais encontradas nos móveis e objetos da casa.



EVIDÊNCIAS DO CRIME


Foram coletados diversos fragmentos de impressões digitais, essas evidências foram enviadas para o Setor de Cadastro, Pesquisa e Confronto de Dados Cadastrais e Biométricos, onde fica armazenado o nosso Banco de Dados do Sistema AFIS. 


Durante a análise dos fragmentos de impressões digitais, foi possível realizar o confronto das digitais encontradas na cena do crime com as impressões digitais dos suspeitos que foram indicados pela investigação da Delegacia Cidadã de Matinhos.


Segundo a delegada Sâmia Coser, “na madrugada do domingo (23/05) a Polícia Civil de Matinhos foi acionada pela Polícia Militar para atender a uma situação de roubo seguida de estupro, na qual uma senhora de 54 anos havia sido violentada. Diligentemente a PM isolou o local e acionou a Polícia Civil, que por sua vez realizou o acionamento da papiloscopista de plantão, que em razão do correto isolamento conseguiu coletar importantes provas no local. Após diligências, a Polícia Civil logrou êxito em identificar e localizar o suspeito que, contudo, negou os fatos, aduzindo que havia, sim, participado do roubo, mas apenas como “olheiro”, ou seja, não havia adentrado à residência e, consequentemente, violentado a vítima. Como a vítima o reconheceu de pronto, essa versão não convenceu a polícia que, contudo, precisava de uma prova mais contundente sobre a presença do estuprador dentro da casa. Assim, o resultado do laudo papiloscópico foi fundamental para colocar o autor dentro da casa, no quarto da vítima, local em que ele praticou o bárbaro delito, caindo de vez por terra a sua versão de que não havia violentado a vítima. Tal prova se reveste de maior relevância quando se tem em mente que a vítima da violência não reside no Brasil e, assim, dificilmente sua oitiva poderá ser reproduzida em Juízo, enquanto a prova pericial papiloscópica continuará sendo válida e disponível ao Ministério Público a qualquer instante. Interessante referir que, paralelo a isso, a coleta de impressões digitais do preso demonstrou que ele MENTIU o nome nesta delegacia, tentando passar-se pelo irmão, sendo neste caso o trabalho da papiloscopia duplamente importante: primeiro para que constasse o nome correto do estuprador em nosso sistema e sistema do judiciário, segundo para confirmar a versão da vítima e derrubar a tese de defesa do marginal”, afirma a delegada e após a Perícia Papiloscópica ser realizada, foram encontradas evidências inquestionáveis que ele esteve dentro da residência.



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O CRIME


Na madrugada do dia 23 de maio, por volta das 03:30h, dois homens invadiram uma residência no Balneário Caravelas. Ao entrar, os indivíduos tomaram posse de vários pertences. Mas o crime se estendeu para o crime hediondo de estupro.


Uma mulher de 55 anos que estava no Brasil a passeio para visitar familiares, foi surpreendida em seu quarto por um dos indivíduos, onde o mesmo ameaçou a mulher de morte e a estuprou.


Os indivíduos levaram os pertences da vítima e saíram sem rumo. A Polícia Militar que atendeu o caso saiu em busca dos assaltantes.


A mulher foi encaminhada até a UPA Praia Grande para os primeiros atendimentos e, em seguida foi transferida para a cidade de Paranaguá, para o HRL (Hospital Regional do Litoral).


Os dois suspeitos já estão sob custódia da polícia aguardando o judiciário para ser expedido o mandado de prisão. 


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LAUDO PAPILOSCÓPICO


No dia 2 de junho, os Papiloscopistas Danilo Lemos e Ana Flávia Frizzo, expediram o Laudo de Perícia Papiloscópica conclusivo para o Inquérito Policial. O laudo afirmou que as impressões digitais encontradas na cena do crime pertencem categoricamente ao suspeito indicado pela Delegacia de Matinhos.



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