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07/06/2021

IIPR digitaliza o acervo de fichas datiloscópicas

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Em janeiro de 2020, o Instituto de Identificação do Paraná (IIPR) iniciou o trabalho de digitalização das fichas datiloscópicas (formulário que consta as impressões digitais dos dez dedos). Agora no final de abril o IIPR contratou uma empresa terceirizada para dar suporte e acelerar a digitalização. 


Na ficha individual datiloscópica consta as impressões papilares, informações pessoais – nome, filiação, data de nascimento, naturalidade e número de Registro-Geral (RG).


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APOIO À INVESTIGAÇÃO


O acervo físico conta, atualmente, com cerca de 14 milhões de individuais datiloscópicas. A partir daí, é possível entender outra importante função do Instituto de Identificação: dar suporte à Polícia Judiciária. No Setor de Perícia Datiloscópica é realizado, entre outros serviços, análise e confronto de impressões digitais para emissão do Laudo Papiloscópico e Parecer Técnico Datiloscópico, assim como encaminhamento de dados do arquivo a órgãos solicitantes, que colaboram, por exemplo, para identificar indivíduos suspeitos por crimes e vítimas de acidentes.


No Setor chegam requisições de hospitais, institutos médico-legais – relativas a cadáveres de identidade desconhecida e delegacias de polícia.


DIGITALIZAÇÃO DAS FICHAS DATILOSCÓPICAS


A implantação de novos projetos, como a digitalização do acervo datiloscópico do IIPR, garantirá o desenvolvimento das atividades extremamente estratégicas nos trabalhos de identificação civil e criminal, que propiciarão uma revolução no serviço de emissão do documento de identidade e na elucidação de crimes, uma vez que o confronto biométrico é automatizado.


Desde que iniciou já foram digitalizadas 380 mil fichas datiloscópicas, a pretensão é que esse número chegue a 3 milhões.



VANTAGENS DA DIGITALIZAÇÃO


Entre as vantagens oferecidas pela digitalização das fichas datiloscópicas podemos citar: um aumento de laudos positivos, ou seja, em que as digitais obtidas em objetos ou locais de crime são cruzadas com um banco de dados e identificados os suspeitos, ainda a celeridade na identificação de suspeitos que estão com o inquérito policial aberto, fazendo assim a comparação eletrônica do indivíduo cadastrado com o banco de dados digitalizado.



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