Carteira de Identidade

Atestados

IIPR - Notícias

30/11/2019

Perícia em Local de Crime - Estatística de 2019

topo
BASETRANSPARENTE

O trabalho papiloscópico é técnico e preciso, permitindo que seja possível identificar se uma pessoa esteve ou não na cena de um crime, a partir do levantamento e revelação de uma simples impressão digital deixada no local de crime.


A impressão digital é a reprodução dos desenhos formados na ponta dos dedos, por pequenas elevações da pele – cristas papilares. Esses desenhos são únicos em cada pessoa.


FOTO01

BASETRANSPARENTE

O local de crime é a área física no qual ocorreu um fato com característica criminosa, não restrito ao local onde ocorreu o delito, mas em toda área que houver vestígio relacionado ao fato, ou seja, a primeira equipe policial que chegar na cena do crime deve tomar todos os procedimentos cabíveis para a preservação desses vestígios. 


Acompanhando a evolução dos ilícitos penais, o Instituto de Identificação do Paraná (IIPR), visando chegar a identificação do autor e/ou autores, implementou há mais de dez anos, a Perícia Papiloscópica em local de crime.



FOTO02

BASETRANSPARENTE



Os trabalhos de Perícia Papiloscópica acontecem nas 22 Seções Regionais de Identificação e na capital do estado do Paraná e estão vinculados à Subdivisão de Operações e Perícias. A atividade é desenvolvida por Papiloscopistas da Polícia Civil do Paraná  IIPR e consiste na coleta de fragmentos de impressões digitais em móveis, veículos e objetos. 


Finalizada a perícia, os materiais retirados da cena do crime são encaminhados para o laboratório papiloscópico e para o Setor de Cadastro de Pesquisa e Confronto de Dados Cadastrais e Biométricos, local este, onde é efetivada a análise e confronto das evidências localizadas. Depois, retornam para o Setor de Perícia em Local de Crime, que confeccionará o laudo papiloscópico. Então, o laudo é encaminhado ao delegado de polícia que solicitou a presença dos papiloscopistas no local do fato delituoso.

FOTO03

BASETRANSPARENTE



ESTATÍSTICA – Desde janeiro deste ano até a data atual, foram feitos 722 acionamentos do IIPR para executar a perícia, em todo o estado do Paraná, resultando em 106 casos de identificações dos suspeitos, 22 positivaram com o Banco de Dados do Sistema AFIS/Antheus (Sistema Automatizado de Identificação de Impressão Digital) e os 84 restantes foram na perícia manual. O número de positivações da identificação de suspeitos foram confirmadas pelos laudos provenientes da perícia papiloscópica do local de crime.


“O futuro do Instituto de Identificação será a modernização, pois desta forma teremos um aumento significativo na solução de casos, trazendo assim uma resposta mais rápida à sociedade”, finaliza o diretor do IIPR, Delegado Marcus Michelotto. 


PONTO IMPORTANTE – O maior valor da perícia papiloscópica é a capacidade de afirmar se uma determinada pessoa esteve ou não em um local ou se manipulou certo objeto. Como as impressões digitais são únicas para cada pessoa, o laudo emitido pelo IIPR torna-se uma evidência irrefutável, uma vez que, nem mesmo irmãos gêmeos idênticos possuem as mesmas impressões digitais. 


basePCPR

BASETRANSPARENTE
Recomendar esta notícia via e-mail:

Campos com (*) são obrigatórios.